Para restaurantes

Para o serviço que precisa de ritmo.

Mesa, pedido, cozinha, conta. A passagem entre cada etapa acontece sem ruído e sem retrabalho. Cada minuto de pico vira receita, não estresse.

A margem invisível

Você sabe quanto vendeu. Não sabe quanto sobrou.

No fim do sábado, o total aparece. Casa cheia, sensação de noite boa. O que não aparece é quanto de cada prato foi embora em custo, porque ninguém pesa a porção que cresceu dois reais sem querer. Dois reais no prato, duzentos pratos na noite, trinta noites no mês. Faça a conta na sua casa. É margem saindo por uma porta que você não vê.

Tem a outra perda, mais silenciosa: a mesa que virou uma vez quando podia ter virado duas, porque ninguém viu que vagou. No bar, isso é uma rodada. No restaurante, é uma mesa cheia que não sentou.

E a que dói mais não tem número. O cliente que veio uma vez, esperou demais entre a entrada e o principal, ou recebeu o prato diferente do que lembrava, e simplesmente não marcou de novo. Restaurante vive de quem volta. E quem volta, volta pela consistência.

No restaurante

Três coisas que mudam o serviço.

01

Mesa e cozinha no mesmo ritmo.

O mapa de mesas, a fila de espera e os pedidos abertos vivem na mesma tela. O maître vê a mesa vagar na hora que vaga, e gira a casa antes de perder o giro.

02

Cozinha por estação.

Entrada, prato principal e sobremesa. Cada estação recebe só o que faz, com tempo e prioridade automáticos. A entrada e o principal saem no ritmo certo, o cliente não espera, e não desiste de voltar.

03

Ficha técnica integrada.

Receita, custo e alérgicos, ao lado de cada pedido. A equipe nova faz como o chef faz, então o prato sai igual toda vez. E você enxerga o custo real de cada um, não o que você imagina que ele custa.

Almoço de quarta

Um turno na OASYS.

12:00 às 15:00. 17 mesas, 4 estações de cozinha, fila na porta. Nada se perde entre a mesa e a cozinha.

No fim do turno, você não estima a margem. Você vê o custo de cada prato que saiu.

De um dono pra outro

Pergunta pra quem já roda assim.

Cardápio sazonal · Ficha técnica viva

O menu muda toda semana. Antes, a equipe nova levava um mês pra acertar. Hoje, ela vê a ficha do chef no celular e cozinha como ele cozinha.

Marcelo · chef e proprietário · Cantina PolentaRestaurante · Bixiga

Quer falar com um dono de restaurante que já usa a OASYS? A gente conecta.

Perguntas frequentes

Respostas para o restaurante.

A OASYS funciona com cardápio sazonal?

Sim. Cardápios podem ter início e fim. O menu de outono entra no dia, o de inverno sai sozinho. A ficha técnica acompanha cada item.

E o controle de alérgicos?

Cada item da ficha técnica registra alérgenos. O cliente filtra no cardápio digital, e a observação chega na cozinha junto com o pedido.

Funciona com couvert artístico e taxa de serviço?

Sim. Couvert e 10% de serviço entram automaticamente, conforme a regra do estabelecimento. O cliente vê tudo discriminado na conta.

E reserva de mesa?

A primeira versão usa lista de espera digital com SMS de chamada. Reserva com horário marcado entra na próxima fase do produto.

Integra com iFood e Rappi?

Pedido de iFood entra direto no KDS na mesma fila de pedidos. Rappi entra na próxima fase. O cardápio dos apps puxa da OASYS, sem precisar manter dois cadastros.

Minha equipe consegue usar no meio do serviço cheio?

Vai. A tela do garçom é feita pra ser óbvia em quinze segundos, sem manual. Na cozinha, cada estação vê só o que é dela. A primeira semana tem adaptação, como toda mudança de hábito. Depois dela, ninguém quer o caderninho de volta.

Quanto custa?

O preço depende do tamanho e do tipo da operação. A gente mostra numa conversa de 30 minutos, depois de entender como o seu restaurante funciona.

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A casa cheia. E a margem no lugar.

Demo em português, com alguém da equipe. 30 minutos.

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O que esperar.

  • Demo do fluxo de serviço. Mesa, pedido, cozinha, conta.
  • Resposta direta sobre prazo, integração e custo.
  • Uma conversa sem compromisso e sem roteiro de vendas.